A Fúria voltou para a reta e o tricolor voltou a vencer

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Por Marcio Mittelbach
Terra Sem Males, estreia da coluna Guerreiro Valente que trará notícias sobre o Paraná Clube

Hoje eu sabia que deveria estar lá, fizesse o tempo que fosse. Choveu, claro.  Sete jogos sem vencer, três tropeços seguidos em casa, mas algo me dizia que a sorte iria mudar. E mudou. Já na entrada da Vila o fato novo: a Fúria havia deixado a Curva Norte para dar nova vida à histórica reta do relógio.

Pela primeira vez, desde a reinauguração do Estádio naquele 2 a 0 em cima do Fortaleza, dia 2 de setembro de 2006, episódio que completa 10 anos nesta semana, a Fúria encurtou a distância para jogar junto com o tricolor.

Ninguém se deu conta de que o público não era lá essas coisas, como, aliás, vem acontecendo. Mais uma vez, o pacto era gritar até o fim. E foi no fim que a recompensa veio. Um golaço aos 45 do segundo tempo, justo nos pés do LF9.

Pouca coisa a gente pode dizer sobre o futuro: da mesma forma que estamos a oito pontos do grupo que vai subir para a série A em 2017, estamos apenas sete dos que vão amargar a série C. E isso é preocupante. No entanto, algo de muito bom tem de estar guardado para esses bravos guerreiros que enfrentaram chuva e frio para fazer mais uma vez a diferença.

Aviso aos navegantes: daqui pra frente vai ser assim, o coração na ponta das chuteiras e a Fúria debaixo do relógio, no pé do ouvido dos adversários. Restam 16 batalhas até o fim da guerra de 2016, oito em casa e oito fora. 11 vitórias podem nos dar o tão sonhado acesso. Impossível? Não para uma torcida apaixonada como a nossa!

Que venham os próximos desafios. E você, que por um motivo ou outro se afastou da Vila, é hora de voltar a dar a sua voz ao Tricolor!

#euacredito  #guerreirovalente

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