Assembleia Legislativa do Paraná votará projeto em favor do parto humanizado

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Foto: Tânia Rêgo/ABr

Há certas lutas que entram na pauta dos políticos simplesmente devido à insistência de movimentos sociais. É o caso da luta contra a violência obstétrica e a favor do parto humanizado. Recentemente, a Câmara de Curitiba já legislou sobre o tema. Agora, o assunto chegou à Assembleia Legislativa.

Projeto do deputado Paranhos (PSC) que acaba de ser protocolado garante uma série de direitos às mulheres na hora do parto. Veja quais são os oito pontos incluídos na proposta.

1-    Ter acompanhante de sua escolha, durante e após o parto.
2-    Receber orientação antecipada sobre os procedimentos para realização do parto humanizado.
3-    Escolher a posição para parir nas formas semi-sentada, deitado de lado, de quatro ou de cócoras, assistida por, além do médico, pediatra, o seu acompanhante, enfermeira obstetra, doula, dentre outros profissionais de indicação médica.
4-    Colocar o recém-nascido no colo da mãe, propiciando o contato pele a pele logo após o nascimento, antes do corte do cordão umbilical, desde que contatadas condições estáveis da parturiente;
5-    A iniciação da amamentação ainda na sala de parto, nos primeiros 30 (trinta) minutos após o nascimento;
6-    Negar a episiotomia, objetivando recuperação pós-parto mais rápida ou confortável, desde que constatadas condições pelo médico.
7-    Negar a aceleração do parto por meio de acitocina sintética, exceto quando o médico indicar a aceleração como necessária.
8-    Negar a execução de parto cesariana, exceto quando o médico indicar como extremamente necessária.

Por Rogerio Waldrigues Galindo
Blog Caixa Zero / Gazeta do Povo

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