É ouro: o novo técnico do Paraná é uma injeção de ânimo!

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Quando a diretoria do Paraná sentou pra discutir o nome do técnico de 2018 certamente o Rogério Micale estava entre os cotados. Um nome com apelo de Série A, promissor, que sabe trabalhar com a base. Mas caro. Em paralelo havia o nome do Wagner Lopes. Uma receita que já havia dado certo e mais barata. Não deu outra: o WL voltou. Mas o time não encaixou.

Claro que a culpa desse início decepcionante não é só do treinador. As mais de vinte apostas de contratação de maneira geral não foram bem. Talvez nem o Guardiola desse jeito. Mas o WL pecou em um ponto fundamental: transpareceu pessimismo ao torcedor. Nitidamente o clima do vestiário estava ruim. E sem harmonia, meus amigos, a vitória não vem.

E o que nos garante que com o Micale será diferente? Ele terá paciência para esperar os reforços? São perguntas que só o tempo vai responder. O que já da pra fazer é analisar a iniciativa da diretoria. Demitir o WL por si só não resolve. Mas, de imediato, era a única atitude possível.

É positivo o esforço financeiro para trazer um nome padrão Série A. Micale pode ter pouca experiência no Nacional, mas é um profissional respeitado e que ganhou credibilidade com a conquista do ouro olímpico. Sua bagagem na formação de atletas vai ajudar com que a gente use melhor os nossos garotos. Esse conhecimento também pode colaborar na contratação de peças decisivas para o elenco.

Que seja o primeiro passo para um ano de ouro!

Por Marcio Mittelbach
Guerreiro Valente, Terra Sem Males

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

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