Empresa de lixo não consegue comprar terreno em Curitiba e área permanece ocupada

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Essencis queria parcelar em 130 vezes, mas proposta foi rejeitada pelo judiciário

Aconteceu nesta segunda-feira(03) – ou melhor, não aconteceu – o leilão da área ocupada por 800 famílias do Movimento Popular por Moradia (MPM) no Bolsão Sabará, região da Cidade Industrial de Curitiba (CIC). O terreno pertence a um aterro sanitário que faliu em 2009, da empresa Stirps. Desde 2011, ele estava alugado ilegalmente para outro aterro sanitário, que fica ao lado.

Em 21 de abril de 2015, o MPM ocupou a área, batizando-a de Tiradentes. Desde então, eles reivindicam moradia, enquanto a empresa Essencis reclama o terreno para ampliar seu aterro sanitário de resíduos industriais tóxicos e não tóxicos. O leilão foi a maneira encontrada pelos administradores da “massa falida” da Stirps para regularizar a situação. Mas a Essencis propôs parcelar o pagamento em 130 vezes, o que foi negado pela juíza responsável pelo processo.

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Por Phil Batiuk
Sismuc Sindicato

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