Negócio sujo: Grupo que quer gerir lixo de Curitiba e Região é citado em depoimento da Lava-Jato

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Multinacional também já sofreu processos em outras cidades do Brasil e do Peru.

Imagens aéreas do aterro da Essencis, anexas ao protocolo da CPI do Lixo. Foto: Manoel Ramires.

Esta é a terceira reportagem da Série Negócio Sujo.

Em 8 de outubro de 2014, a contadora Meire Poza declarou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Lava Jato que emitiu R$ 600 mil em notas fiscais para a Revita Engenharia S/A. Ela trabalhava com o doleiro Alberto Youssef e ambos firmaram acordo de delação premiada, entregando empresas e políticos envolvidos em corrupção em troca da redução de suas próprias penas. A denúncia já havia sido apontada por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobrás, em depoimento anterior.

A Revita faz parte do grupo Solví Participações Em Projetos de Saneamento Ltda e atua nos segmentos de saneamento, energia, engenharia e lixo. Também pertence ao grupo Solví a empresa Essencis Soluções Ambientais S/A, que é dona do Aterro Sanitário Industrial de Resíduos Tóxicos Perigosos e Não Perigosos na Cidade Industrial de Curitiba.

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Por Phil Batiuk

Desde terça-feira, 30 de junho, a imprensa do Sismuc, em parceria com o site Terra Sem Males, publica um dossiê com quatro matérias. As reportagens trazem denúncias sobre os contratos e a situação dos aterros sanitários em Curitiba e Região Metropolitana, pertencentes a empresas particulares. 

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