Ato contra o auxílio-moradia de conselheiros(as) do TC

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Professores protestam contra auxílio-moradia. Foto: Joka Madruga
Iniciou-se o dia com uma programação definida: reunião de negociação às 10h, mobilização no acampamento e atividades culturais. Entretanto às 9h a direção da APP-Sindicato recebeu uma ligação do Secretário da Casa Civil, Eduardo Sciarra solicitando a alteração do horário da reunião. A justificativa seria à mudança da chefia no setor de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação (Seed) e do levantamento das informações para tratar do Porte das Escolas.

Assim, o comando de greve se reuniu rapidamente e deliberaram por uma caminhada até o Tribunal de Contas para protestar contra o auxílio-moradia concedido aos conselheiros, auditores e procuradores. No total 20 pessoas receberão um acréscimo de R$ 4.377, 74 nos vencimentos.

A caminhada teve uma parada no Palácio das Araucárias, onde os contra-cheques são emitidos ou não, porque o pagamento dos atrasados e dos salários, entre eles os acertos dos PSS que foram dispensados(as) no final do ano passado, ainda não foi realizado. Em frente ao Tribunal de Contas a direção da APP e o comando de greve realizaram falas, exemplificando que um auxílio-moradia paga dois PSS ou até quatro Agentes I.

Após o almoço uma comissão irá para o Palácio Iguaçu para o segundo “round” de negociações, as 14h30, dessa vez mais diretamente com a Seed. Enquanto isso os(as) educadores(as) continuarão mobilizados(as) no acampamento, apelidado carinhosamente de “Formigueiro da APP”, onde às 15h haverá a aula-debate “As Teias do Nepotismo – uma análise das oligarquias políticas do Paraná” com o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ricardo Oliveira.
Fonte: APP Sindicato

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