Com as contas na mesa, Paraná Clube foca nas categorias de base e no resgate da credibilidade

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Por Marcio Mittelbach
Terra Sem Males

A torcida tanto cornetou que a diretoria atendeu. Na última quarta-feira, 23/11, durante aproximadamente quatro horas, o presidente e seu primeiro vice se dedicaram a responder as questões dos sócios do Paraná Clube em dia com suas obrigações. E foi uma conversa aberta, daquelas que qualquer um pode pedir a palavra e pôr lenha na fogueira.  Também estava livre o acesso a todos os contratos assinados por essa gestão.

A situação é grave, mas nitidamente paramos de retroceder. Dezenas de milhões em dívidas já foram pagas mas existem outras dezenas de milhões por estourar. Vivemos uma odisseia em busca da credibilidade. Se vamos subir ano que vem ou daqui dois anos, nesse momento é o de menos. Importante é que a irresponsabilidade não tem mais vez por essas bandas.

Seja qual for o nosso objetivo para o ano que vem, sem união ficará tudo mais difícil. É como disse um dos sócios, “cada pessoa que desiste de ir ao estádio faz aumentar um pouco a nossa dívida”. Abandonar o time por discordar da diretoria é negar que nossos filhos vivam o Paraná Clube gigante que nós vivemos. O momento é delicado e não permite vacilo.

Mas e qual o plano da diretoria? Acertadamente, eles depositam todas as fichas no futuro. Aliás, se no futebol profissional vivemos um momento ruim, na base o Paraná já voltou a ser um supercampeão. Seja no Futsal, seja no campo, o Guerreiro Valente já mostra suas garras. Está aí o título histórico do paranaense sub17 que não nos deixa mentir.

Falamos de uma geração 100% nossa, com “DNA do Paraná Clube”!

Sobre os detalhes do que rolou a gente conversa no jogo da próxima sexta-feira, 25/11, às 19h10, contra o rebaixado Tupi. Para a nossa tristeza, o último jogo do ano!

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