Negócio Sujo: Concessão de aterro sanitário em Curitiba e RMC vence em outubro

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Apesar de intensos debates desde 2007, Prefeitura até agora apresenta como solução contratar órgão do Banco Mundial para estudo.

Arte: Imprensa Sismuc.

Em tempos de crise financeira e orçamentária, a Prefeitura de Curitiba firmou contrato com o International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial. O objetivo é a realização de estudo sobre este assunto que é uma bomba-relógio: a concessão do serviço de coleta e tratamento de lixo de Curitiba e outras 23 cidades metropolitanas. 

Contratado sem licitação, com o argumento da notória competência, o IFC desenvolve proposta para remodelar o sistema de gestão de resíduos. Informações oficiais apontam que o estudo deve ficar pronto em agosto de 2016, ao custo de R$ 5 milhões e 200 mil. Deste valor, R$ 1 milhão e 300 mil reais será pago pela Prefeitura. O restante ficará a cargo de empresas escolhidas – de acordo com matéria da PMC.

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Por Pedro Carrano

* A partir desta terça-feira, 30 de junho, a imprensa do Sismuc, em parceria com o site Terra Sem Males, publica um dossiê com quatro matérias. As reportagens trazem denúncias sobre os contratos e a situação dos aterros sanitários em Curitiba e Região Metropolitana, pertencentes a empresas particulares. 

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