O sucesso do Paraná Clube em 2017 também depende da torcida

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Por Marcio Mittelbach
Guerreiro Valente, Terra Sem Males

Carretilha, lambreta, chaleira. Seja lá qual for o nome do drible aplicado pelo menino Ítalo, o Gabriel Jesus da Vila, no jogo de domingo, 29/1, o fato é que a jogada coroou o trabalho feito pelo tricolor na pré-temporada. Duas estreias, duas vitórias e o mais importante: o alto astral, o bom futebol e a esperança voltaram para a Vila Capanema.

Vi muita gente empolgada, até os cornetas deram um voto de confiança. Se eu acredito? Bem, falsa expectativa é uma coisa que o torcedor do Paraná Clube já deixou de fabricar há tempos. Acredito, sim, na força da nossa torcida. Acredito, sim, na inspiração vinda da nossa camisa, da nossa história. Da mesma forma, entendo que a diretoria está no caminho certo: quitar as dívidas e investir na base.

Voltar à elite não pode ser uma obseção cega e apaixonada. Para conquistar nossos objetivos será preciso um pouco mais de cada um de nós. Ser sócio ajuda, mas ainda é pouco. É preciso levar a família para o estádio; comprar, vestir e usar produtos oficiais; marcar o tricolor na Timemania; doar as notas fiscais das compras pessoais para o Clube; curtir e compartilhar a nossa marca nas redes sociais.

Os capítulos mais sombrios da nossa história parecem estar superados. A paixão da torcida paranista impediu o pior. Agora, para voltarmos a ser gigante, para que o guerreiro valente volte a encantar o Brasil e o mundo, é preciso que cada paranista faça a sua parte desde já!

O futuro está em nossas mãos e a próxima batalha será quinta-feira, 2/2, às 20h, na Vila Capanema.

Nos encontramos lá!

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