Vereadora de Curitiba é citada em escândalo que envolve o Pastor Marco Feliciano

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Acusação foi flagrada em áudio divulgado pela Coluna Esplanada.

Por Manoel Ramires
Terra Sem Males

O caso de estupro envolvendo o deputado federal Marco Feliciano (PSC) e uma menina de Brasília pode repercutir em Curitiba. Mais exatamente na Câmara Municipal. Em vídeo publicado no Youtube pela Coluna Esplanada, Patrícia Lélis cita a vereadora Carla Pimentel, do mesmo partido de Feliciano.

“Esse menino Tiago nunca mais falou comigo. E assim, eu vou falar uma coisa pro senhor, de coração, eu não sou uma pessoa maldosa, mas eu já tenho até o telefone da Carla Pimentel, porque se esse negócio explodir, essa mulher vai junto comigo. (…) Carla Pimentel, que é vereadora em Curitiba”, falou a moça, conforme áudio aos 21m45s.

A conversa de Patrícia Lelis, que gravou vídeo posteriormente desmentindo a versão do blog “Coluna da Esplanada”, seria com Talma Bauer, assessor de Feliciano. Por outro lado, a coluna ainda reforça a notícia de estupro e, posteriormente, de chantagem para que a moça retirasse a acusação. Segundo o repórter Leandro Mazzini, a mãe da moça “confirmou que flagrou a filha machucada à ocasião do dia da suposta agressão. Para instigar ainda mais o caso, a mãe da garota confidenciou que ela ligou de São Paulo e pediu uma conta para um depósito, mas que fosse no CNPJ’, e que não tivesse rastros de ligação com ela”, revela o blog.

Vereadora
O Terra Sem Males procurou a vereadora e aguarda sua versão sobre os fatos.

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3 thoughts on “Vereadora de Curitiba é citada em escândalo que envolve o Pastor Marco Feliciano

  • Pingback: Em entrevista coletiva, jovem descreve abordagem de Feliciano em tentativa de estupro – Terra Sem Males

  • 23 de setembro de 2016 em 19:27
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    Essa vereadora não é flor que se cheire e andou aprontando em Curitiba dia desses com o vereador Professor Galdino na Câmara de Curitiba. Ela colocou três vereadores de testemunhas depois de 10 minutos após ele só ter dado dois tapinhas na costas dela amistosamente porque ela pegou um santinho dele. Daí foi no plenário e conchavou com o presidente da Casa, Aílton Araujo e foi fazer sua denuncia no plenário. Na primeira declaração disse que sofreu “assédio moral, psicológico e físico”. Depois indo pra delegacia filmou e postou no seu Facebook que sofreu “assédio sexual”. Depois os três vereadores do FRUET disseram que a confusão se deu por causa de um santinho e a Carla negou para imprensa na saída da delegacia. Mas no B.O. ela confirma que a discussão e depois o afago do Galdino foi por causa do tal santinho. Tem muitas contradições nessa história terrível de se aproveitar politicamente para ganhar votos em cima de mulheres que realmente sofreram algum tipo de agressão física e sexual.

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  • 6 de janeiro de 2019 em 19:21
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    Na condição de cidadão e também de jornalista, acompanho as sessões da Câmara Municipal, observo as ações dos parlamentares, assim como o comportamentos e atitudes. O vereador professor Galdino, é uma pessoa simples, porém, geniosos, instável. Já a vereadora Carla Pimentel é uma pessoa mais centrada, convicta em sua fé cristã, mais focada em seus objetivos politico-social.
    Acompanhei na Câmara Municipal a reconstituição da cena do ocorrido, e entendi que realmente aconteceu excesso por conta do vereador professor Galdino. Ele pode ter agido ingenuamente, mas houve desrespeito a colega.

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